Veja as principais razões para você assistir à novela líder de audiência em Portugal

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Reprodução/Internet

Em meio a tanta oferta de conteúdo, uma se sobressai interessantemente. Nem todos estão inteirados do sucesso das tramas de Portugal e sabem exatamente por onde começar a assisti-las. Portanto, hoje, vou abordar um folhetim atual e líder de audiência em Portugal, com muito mais repercussão do que os brasileiros.

‘A Impostora’ é uma produção moderna, intrigante e com grandiosidade. A história começa com quatro belos cenários distintos: Lisboa, Porto, Moçambique e Santiago do Chile. 

Os personagens centrais aparecem juntos em flashback, na sequência, formam duas frentes diferentes, porém. Com isso, só voltam a se encontrar mais adiante, quando Vitória, que, na verdade, é Verônica, vai ao Chile para uma homenagem à irmã gêmea que morreu em um acidente aéreo.  

No mesmo evento, estarão Diana e Rodrigo, que completam o trio de protagonistas. Ambos viveram um amor no passado que não está bem resolvido. O reencontro é, de fato, uma nova etapa na história dos personagens, que nutrem um amor machucado.  

Ainda no encontro de Verônica e Diana, a primeira dirá que é a outra mulher de Frederico, que também morreu na tragédia aérea. A verdadeira Vitória, se passando por Verônica, viajou como dama de companhia para receber uma quantia em dinheiro e pagar o tratamento do filho doente. 

Durante o flashback, pensando ser a mesma pessoa, Frederico assedia Verônica e Vitória, que trabalham no negócio da família. Todos estão em uma festa no hotel e, na ocasião, Vitoria sofre um estupro. A narrativa levar a acreditar que Frederico poderia ter cometido o crime.  

Ainda no evento, fica claro que Frederico armou para separar Diana de Rodrigo no passado. Muito magoado por ela ter se casado com seu próprio irmão, Rodrigo nutre muita mágoa e vai viver na capital do Chile.  

Traumatizada, Vitoria não diz a ninguém quem é o abusador. Por obra do destino, ela engravida de Jaime, e vai viver em Moçambique com Verônica. Anos mais tarde, com o menino doente, as duas são encontradas, por acaso, por Frederico. Ele, então, continua interessado em Vitória e propõe pagar pela companhia dela.  

Outro ponto a esclarecer é que, por uma confusão em um momento importante dos primeiros capítulos, Verônica se vê obrigada a assumir a identidade da irmã, por um período, pelo menos. O que ela não imaginava é que Vitoria jamais voltaria da viagem por dinheiro que fez com Frederico.  

Com a tragédia feita e já se passando por Vitoria, Verônica vai atrás do pagamento que o irmão de Rodrigo prometeu e descobre que ele maliciosamente não o realizou. Não há qualquer recompensação por Vitória ter aceitado viajar com ele.  

Possessa, Verônica, como Vitória, se assume de vez como a grande vilã da história e não só quer os recursos para o tratamento do sobrinho, como vai desejar a destruição da família de Frederico, que inclui Diana e os filhos, Beatriz e Diniz.  

Com o passar dos episódios, os personagens principais são centralizados em Lisboa e o conflito entre Verônica e Diana aumenta a cada instante, ainda mais depois que a irmã de Vitória se apaixona por Rodrigo e engata um romance com ele.  

A telenovela tem uma estética agradável, muito alegre. No começo, há mais externas e, depois, o foco dos acontecimentos é mesmo em estúdio. Uma produção solar, com belas paisagens de quatro locações distintas. Nitidamente, a narrativa valoriza a cultura de Moçambique, país fortemente ligado a Portugal, do qual foi colônia.  

Algumas questões podem incomodar os brasileiros, mais acostumados a maior agilidade: ‘A Impostora’ aposta em um roteiro mais lento, alguns acontecimentos pontuais para a narrativa podem levar vários capítulos. Os personagens têm muitos diálogos e, às vezes, uma mesma problemática é repassada mais que o necessário.  

Alguns profissionais se destacam pela baixa qualidade de interpretação. É o caso de Diogo Amaral, que faz o inexpressivo Gustavo Martins, e do pouco carismático Carlos, de Gonçalo Cabral. Nestes dois casos, é mesmo uma pena porque os dois personagens não têm, inicialmente, histórias tão envolventes, apesar do potencial.  

Com bons desempenhos, estão Dalila Carmo, que faz as gêmeas Verônica e Vitória, e Fernanda Serrano, que faz a bom-caráter Diana. Apesar de que vejo alguns exageros no trabalho de Dalila, a interpretação dela é tão boa que somente ela poderia fazer tão bem a Verônica.  

Porém, ninguém supera uma atriz que em cena é uma gigante: Maria do Céu Guerra, que interpreta a Lucrécia, tia das gêmeas. Ela é excelente até calada em cena. É o tipo de atriz que transmite as emoções com o olhar, com a postura. Merecia mais destaque. 

‘A Impostora’ é uma telenovela já inteiramente gravada e está sendo exibida pela TVI, em Portugal. A expectativa é de que sejam levados ao ar mais que 200 episódios. Pela falta de mercado, a produção não deve ser exibida por uma emissora, aqui, no Brasil. Os brasileiros podem acompanhar a trama pelo site da emissora, sem restrições e dublagem.

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